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	<title>Carina Palma</title>
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	<description>O cuidar holístico</description>
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		<title>mulher-mãe-mulher: metamorfoses</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carina Palma]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2020 11:12:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Espaço Florescer]]></category>
		<category><![CDATA[mãe]]></category>
		<category><![CDATA[maternidade]]></category>
		<category><![CDATA[metamorfose]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Hoje partilho contigo um excerto interessante de um livro que gostei muito. Chama-se mulheres que correm com os lobos, escrito pela Clarissa Pinkola Estés. Nas entrelinhas, este excerto passa uma mensagem sobre um tema sensível e que traz consigo vulnerabilidade. Mãe-Mulher-Mãe. Antes de seres mãe, és mulher. E depois de seres mãe, continuas a ser mulher. E [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje partilho contigo um excerto interessante de um livro que gostei muito. Chama-se <em>mulheres que correm com os lobos</em>, escrito pela Clarissa Pinkola Estés.</p>
<p>Nas entrelinhas, este excerto passa uma mensagem sobre um tema sensível e que traz consigo vulnerabilidade. <strong>Mãe-Mulher-Mãe. Antes de seres mãe, és mulher. E depois de seres mãe, continuas a ser mulher. </strong>E nem sempre é fácil assumir este papel. E nem sempre é fácil despir camadas. E aceitar que efetivamente existiu um renascimento. Há um bebé que nasce e uma mãe (família) que renasce. Que se reajusta a uma nova realidade. Há uma metamorfose. A mulher despe uma camada de si, fica nua e floresce de novo numa nova mulher. Esse florescimento pode ser mais ou menos desafiante, mais ou menos duradouro mas acontece.</p>
<p>E todo este florescimento, quando com filtros e crenças dos nossos ancestrais, tem impacto na próxima geração. Espera-se sempre que os filhos sejam perfeitos e que se moldem às expectativas dos pais. O que não é nada benéfico. Muito mais se espera das filhas mulheres: perfeição, submissão. A não-liberdade de expressão e a proibição de continuar ao longo dos anos com a sua alma pura e selvagem (e aqui selvagem não é não-educação, é a essência, pureza e natureza com que nasce) terá impacto a vários níveis futuros.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Aqui ficam as palavras da Clarissa:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Nas fantasias de alguns pais, qualquer filha que tenham deverá ser perfeita e refletirá apenas os seus comportamentos e valores. Se a criança for selvagem poderá, desgraçadamente, ser sujeita, vezes sem conta, a tentativas parentais de &#8220;cirurgias&#8221; psíquicas, num esforço de recriá-la e, principalmente , de alterar o que a alma da criança lhe pede. Embora a sua alma peça para ver, a cultura onde ela se insere requer que seja cega. Embora a sua alma deseje falar, ela é pressionada a silenciar-se.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div dir="auto">Nem a alma nem a psique da criança podem conciliar isto. A pressão para ser &#8220;adequada&#8221;, seja qual for o padrão definido pela autoridade, pode levar a criança a fugir, ou a enterrar-se, ou a vaguear durante muito tempo à procura de um local onde encontre alimento e paz.</div>
<p dir="auto">
<p dir="auto">A pessoa deve desenvolver uma força adequada, não uma força perfeita, mas uma força moderada e útil-para ser ela própria e encontrar o lugar onde pertence, podendo então influenciar de forma magistral a comunidade exterior e a consciência cultural.  O que é uma força moderada? É a força que se tem quando a mãe interior que cuida daquela pessoa não está cem por cento confiante nos próximos passos a dar. Setenta e cinco por cento confiante é o suficiente, é uma boa percentagem. Devemos lembrar sempre que uma planta está em flor quando esta está meio aberta, três-quartos aberta, ou totalmente aberta.</p>
<div dir="auto">Na psicologia analítica chama-se complexo materno a todo este labirinto. É um dos aspectos nucleares da psique feminina e é importante reconhecer a sua condição, fortalecer certos aspectos, corrigir outros, desmantelar outros e recomeçar, caso seja necessário.</div>
<p dir="auto">
<p dir="auto">A mãe verga aos desejos da aldeia em vez de tomar o partido do seu filho. Até mesmo na actualidade, as mães actuam ainda segundo os medos seculares bem fundamentados das mulheres que as precederam. Ser excluída da comunidade é ser ignorada e olhada, no mínimo, com desconfiança. Uma mulher que viva num tal ambiente tentará quase sempre moldar a sua filha de modo a que esta se comporte &#8220;adequadamente&#8221; no mundo exterior &#8211; esperando assim salvar a filha e salvar-se a si própria do ataque .</p>
<div dir="auto">
<div dir="auto">Um caminho a adoptar é o seu próprio desejo de ser aceite pela comunidade da aldeia. Outro é a autopreservação. O terceiro é responder ao medo de que ela e o seu filho sejam castigados, perseguidos, ou mortos por habitantes da comunidade. Este medo é uma resposta normal a uma ameaça anormal de violência psíquica ou física. O quarto caminho é o amor instintivo da mãe pelo seu filho e a sobrevivência desse filho.</div>
<p dir="auto">
<p dir="auto">Quando as pessoas se deixam ir abaixo, geralmente caem em um dos três seguintes estados emocionais: confusão (sentem-se confusas), desordem (sentem que ninguém compreende devidamente o seu suplício), abismo (uma repetição emocional de uma ferida antiga, geralmente uma injustiça não reparada e ainda por esclarecer que sofreram na infância). A forma de levar uma mãe a sentir-se arrasada é dividi-la emocionalmente.</p>
<div dir="auto">
<div dir="auto">Este círculo de mulher-para-mulher era dantes o domínio da Mulher Selvagem e era de entrada livre; qualquer uma.podia ter acesso. Mas tudo o que nos resta nos nossos dias é uma pequena festa pré-natal a que dão o nome de baby-shower, uma reunião de umas duas horas que não se prolonga por toda a vida da mulher enquanto mãe, e onde, nesse curto espaço de tempo, se concentram todas as piadas sobre nascimentos, os presentes para a futura mãe, e todo o tipo de histórias relacionadas com o parto.</div>
<p dir="auto">
<p dir="auto">Em quase todos os países industrializados dos nossos dias, a jovem mãe encontra-se muito solitária na gravidez, no parto e ainda nos cuidados a ter com o recém-nascido. É uma tragédia de enormes proporções. Uma vez que muitas mulheres são filhas de mães frágeis, mães crianças, mães órfãs, muito possivelmente possuirão, também elas, um estilo interior muito similar ao das suas mães, conduzindo, então, uma &#8220;maternidade por conta própria&#8221;.</p>
<p dir="auto">Por vezes, a mãe frágil é, ela própria, um cisne que foi criado entre patos. Não conseguiu encontrar a sua verdadeira identidade a tempo de vir beneficiar os seus filhos. Assim, quando a sua filha adolescente se vê a braços com o grande mistério da natureza selvagem do feminino, também ela experimenta problemas de identidade e ímpetos de cisne. A busca de identidade da filha pode mesmo encetar, finalmente, a viagem &#8220;inaugural&#8221; da mãe em busca do seu Eu perdido. Assim, naquela casa, entre mãe e filha, haverá dois espíritos selvagens nas profundezas, de mãos dadas e com esperança de virem ao de cima.</p>
<div dir="auto">
<div dir="auto">Mesmo que tenhas tido a melhor mãe do mundo, podes acreditar que acabou por ter mais do que uma. <b>Como digo muitas vezes às minhas filhas &#8220;vocês nasceram de uma mãe mas, se tiverem sorte, terão mais do que uma pela vida fora&#8221;</b>. E, entre todas elas, encontrarão grande parte daquilo que precisam.&#8221;</div>
<p dir="auto">
<p><strong>A mãe selvagem e conhecedora é uma escola onde nascemos, uma escola onde simultaneamente aprendemos e ensinamos, e tudo isto para toda a vida. Quer tenhamos filhos, quer não, quer tratemos de jardins, ou nos dediquemos à ciência ou ao claramente mundo da poesia, vamos nós para onde formos, encontrar-nos-emos sempre com a mãe selvagem no nosso caminho.  E é assim que deve ser.</p>
<p></strong></div>
<div dir="auto">Com Amor,</div>
<div dir="auto">Carina</div>
<div dir="auto"></div>
</div>
</div>
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		<title>10 dicas para uma vida sexual sem complicações no pós-parto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carina Palma]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2020 12:40:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Espaço Florescer]]></category>
		<category><![CDATA[descomplicar]]></category>
		<category><![CDATA[pós-parto]]></category>
		<category><![CDATA[sexualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O puerpério, também designado por período pós-parto, ou ainda quarto trimestre da gravidez, corresponde ao período de tempo que decorre desde a expulsão da placenta (dequitadura) até os órgãos reprodutores da mulher retomarem as características anteriores à gravidez. Esta readaptação demora aproximadamente 6 a 8 semanas, oscilando de acordo com o organismo de cada mulher, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div></div>
<div>O puerpério, também designado por período pós-parto, ou ainda quarto trimestre da gravidez, corresponde ao período de tempo que decorre desde a expulsão da placenta (dequitadura) até os órgãos reprodutores da mulher retomarem as características anteriores à gravidez. Esta readaptação demora aproximadamente 6 a 8 semanas, oscilando de acordo com o organismo de cada mulher, com a evolução da gravidez, do trabalho de parto e tipo de parto, mas também do acompanhamento realizado pelos profissionais de saúde. No entanto, o tempo poderá ser a variável menos importante na recuperação da mulher, tendo em conta que a recuperação será feita de forma progressiva e única para cada mulher, dependo dos diversos fatores.</div>
<p>&nbsp;</p>
<div>Antes de mais, é importante salientar que cada mulher é diferente, assim como cada gravidez é diferente e ainda, cada casal é diferente. Então, não existem um tempo rígido e dado com &#8220;o certo&#8221;. Avaliando os fatores internos e externos, o tempo indicado é aquele que faz sentido para cada mulher/casal. Havendo comunicação, respeito e compreensão mútuos.</div>
<p>&nbsp;</p>
<div>O coito só é uma união no verdadeiro sentido, quando há uma harmonia psíquica aliada a harmonia física; a sexualidade vai muito para além do coito puro e simples, ela possui um carácter muito mais abrangente. A sexualidade é então muito mais do que o ato sexual em si. É intimidade. É carinho e afeto. É prazer na vida.</div>
<p>&nbsp;</p>
<div style="text-align: center;"><em>A qualidade, quantidade e características da actividade sexual deve ser considerada sadia, quando satisfaz quem nela participa. Deve ser objecto de atenção terapêutica, quando proporciona insatisfação, sofrimento e frustração, no momento do ato sexual, antes ou depois, tornando os envolvidos infelizes.</em></div>
<p>&nbsp;</p>
<div><strong>Então, deixo 10 dicas para uma vida sexual sem complicações após o parto:</strong></div>
<p>&nbsp;</p>
<ol>
<li><strong>SEM CULPAS</strong> &#8211; É normal estares mais vulnerável e apreensiva. É também normal estares mais cansada. É uma grande adaptação para os dois!</li>
<li><strong>IR COM CALMA E SEM DRAMAS</strong> &#8211; Nem todas as mulheres estão prontas, e dependendo do parto e intervenções, há um tempo a respeitar. Encontrem alternativas e tornem os dramas mais leves, e riam com eles.</li>
<li><strong>RECONHECER OS MEDOS</strong> &#8211; Mais uma vez, é importante reconhecer os medos sem julgamentos. Mas não apenas os da mulher, mas também as do parceiro.</li>
<li><strong>DIÁLOGO</strong> &#8211; A comunicação e escuta activa sobre as inseguranças e medos acerca deste tema é extremamente importante. Os problemas de muitas casais surgem precisamente pela falta de comunicação. E mais, consequentemente, irá ter impacto no bebé.</li>
<li><strong>OBSERVAÇÃO E TOQUE</strong> &#8211; Sem medos nem tabus! É importante conheceres a tua a vagina! É importante sentires e descobrires prazer. Observar as alterações e começar a tocar e estimular.</li>
<li><strong>CONHECER-SE NOVAMENTE</strong> &#8211; Dá tempo a ti própria e aprende a conhecer a pessoa que és nesse momento. Com todas as fragilidades. Sem controlo. Aceita que vão haver momentos em que não vai ser como queres &#8211; sem expectativas.</li>
<li><strong>LUBRIFICAÇÃO</strong> &#8211; O óleo de côco e a manteiga de karité são excelentes lubrificantes baratos e naturais. É importante que a vulva e vagina fiquem bem lubrificadas para que não haja dor.</li>
<li><strong>ALTERNATIVAS</strong> &#8211; É importante que explorem posições que sejam confortáveis. E a prática sexual não deve passar apenas pela penetração. A masturbação e sexo oral é válida. As carícias e abraços também; juntando os momentos a dois &#8220;só com presença&#8221;.</li>
<li><strong>PRELIMINARES</strong> &#8211; Os beijos, abraços, carícias são importantes antes de qualquer reinicio do ato sexual vaginal. Para dar mais excitação e prazer, fazendo com que o momento seja mais leve, calmo e tranquilo.</li>
<li><strong>EXERCÍCIOS DE KEGEL</strong> (ou pompoarismo) &#8211; Associados ao funcionamento da bexiga e dos intestinos, bem como às sensações vaginais durante o coito, promovem a cicatrização e previnem problemas ginecológicos. Envolvem contrair e soltar  a vagina e ajudam a fortalecer os músculos em torno da pélvis no período pós-parto e podem atenuar esse problema. O aumento do tónus muscular na vagina pode tornar o sexo mais prazeroso para as mulheres.</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p>Criei uma apresentação de 84 páginas, muito completa e sucinta acerca da sexualidade na gravidez e no pós-parto. Caso tenhas interesse em explorar este tema, não hesites em enviar-me um email. Relembro-te: info@carinapalma.pt</p>
<p><span style="text-align: left; -webkit-tap-highlight-color: transparent; -webkit-text-size-adjust: 100%;"><br />
Com Amor,</span></p>
<div>Carina</div>
<div></div>
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		<title>As 7 diretrizes para um Amor Livre</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carina Palma]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 26 Apr 2020 15:02:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cuidar]]></category>
		<category><![CDATA[amor]]></category>
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		<category><![CDATA[liberdade]]></category>
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		<category><![CDATA[vida]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Há 46 anos atrás conquistámos a nossa Liberdade. E esse dia ficou marcado para a história. Atualmente essa Liberdade faz parte da nossa vida diária, ou devia fazer. Ainda observo muitas pessoas que se dizem livres, mas que ainda vivem presas a elas próprias. Liberdade não é só poderes fazer o que te apetece, liberdade [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Há 46 anos atrás conquistámos a nossa Liberdade. E esse dia ficou marcado para a história. Atualmente essa Liberdade faz parte da nossa vida diária, ou devia fazer. Ainda observo muitas pessoas que se dizem livres, mas que ainda vivem presas a elas próprias.</p>
<p>Liberdade não é só poderes fazer o que te apetece, liberdade é poderes ser quem és em total verdade e leveza e sem medos do que quer se seja.</p>
<p>Antes de mais deixo-te <strong>8 DICAS BÁSICAS PARA CONQUISTARES A TUA LIBERDADE: </strong></p>
<div>1 &#8211; faz as pazes com o teu passado e abraça a tua criança interior (tu não és o teu passado e podes fazer diferente agora. ri e diverte-te como se fosses uma criança);</div>
<p>&nbsp;</p>
<div>2 &#8211; liberta-te de pensamentos tóxicos (tu também não és as crenças limitadoras que te foram passadas durante a infância e até mesmo fase adulta);</div>
<p>&nbsp;</p>
<div>3 &#8211; faz as pazes contigo e com os teus pais (a culpa é uma das barreiras à liberdade, por isso está na hora de te perdoares e de perdoares também quem te deu vida);</div>
<p>&nbsp;</p>
<div></div>
<p>4 &#8211; desapega-te do que não te faz falta (deixa ir o que já não te pertence e quem já não te pertence. para seres realmente livre, deves também dar essa liberdade ao que te rodeia);</p>
<p>&nbsp;</p>
<div>5 &#8211; aprende a gostar de ti (ama-te, aceita-te e acredita em ti);</div>
<p>&nbsp;</p>
<div>6 &#8211; aprende a ver a vida com leveza (sê livre leve e solta/o. não exijas demais de ti nem dos outros. há mesmo coisas que não podes controlar. deixa fluir, estabelece metas flexíveis e acredita);</div>
<p>&nbsp;</p>
<div>7 &#8211; dança (usa a criatividade a teu favor. faz coisas que realmente te fazem feliz e te dão a energia e positividade que precisas);</div>
<p>&nbsp;</p>
<div>8 &#8211; sê verdadeira/o (contigo e com os outros)</div>
<div>
<p>SER LIVRE É AGIRES DE ACORDO COM A TUA NATUREZA. A TUA ESSÊNCIA. A TUA VERDADE.</p>
</div>
<p>E agora revelo-te as<strong> <span style="-webkit-tap-highlight-color: transparent; -webkit-text-size-adjust: 100%;">7 DIRECTRIZES PARA UM AMOR LIVRE: </span></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<div>1 &#8211; COMUNICAÇÃO (mantenham um diálogo honesto e sincero. é através do diálogo que se podem conhecer e compreender!);</div>
<p>&nbsp;</p>
<div>2 &#8211; INDIVIDUALIDADE (respeitem a individualidade de cada um. cada um tem a sua história, amizades e família antes de estarem juntos. é importante que mantenham planos em conjunto e planos individuais!);</div>
<p>&nbsp;</p>
<div>3 &#8211; RESPEITO (respeitem as necessidades e gostos um do outro);</div>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<div>
<div>4 &#8211; CONFIANÇA (confiem mais, falem mais, controlem um ciúme que pode apenas estar na vossa cabeça!);</div>
<p>&nbsp;</p>
<div>5 &#8211; PRESENÇA (estejam realmente em presença verdadeira nos momentos íntimos e nos encontros);</div>
<p>&nbsp;</p>
<div>6 &#8211; VALORIZAÇÃO (admirem a essência um do outro. reparem no que realmente vos interessa nele/a e o que vos uniu. valorizem os interesses de cada um);</div>
<p>&nbsp;</p>
<div>7 &#8211; FIDELIDADE (sejam fiéis aos vossos sentimentos e expressem o que estão a sentir, sem medos nem mentiras).</div>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<div>Lê também o post anterior sobre Amor, Liberdade e (de)apego.</div>
<div></div>
<div><span style="text-align: left; -webkit-tap-highlight-color: transparent; -webkit-text-size-adjust: 100%;"><br />
Com Amor,</span></div>
<div>Carina</div>
<div></div>
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			</item>
		<item>
		<title>A Liberdade, o Amor e o (des)Apego</title>
		<link>https://carinapalma.pt/a-liberdade-o-amor-e-o-apego/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carina Palma]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Apr 2020 15:40:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cuidar]]></category>
		<category><![CDATA[amor]]></category>
		<category><![CDATA[consciência]]></category>
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		<category><![CDATA[liberdade]]></category>
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		<category><![CDATA[relacionamentosamorosos]]></category>
		<category><![CDATA[vida]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Liberdade. Amor. (des)Apego. A tríade da libertação. O amor é livre. O livre é amor. Quem ama não acorrenta. Ama e deixa voar. Liberdade é apenas outra palavra para…AMOR. Em termos filosóficos, Liberdade é a capacidade própria do ser humano de escolher de forma autónoma, segundo motivos definidos pela sua consciência. Amor é definido como [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div></div>
<div>
<p style="text-align: center;"><strong>Liberdade. Amor. (des)Apego.</strong></p>
<p style="text-align: center;">A tríade da libertação.</p>
<p>O amor é livre. O livre é amor.</p>
<p>Quem ama não acorrenta. Ama e deixa voar.</p>
<p>Liberdade é apenas outra palavra para…AMOR.</p>
<p>Em termos filosóficos, <strong>Liberdade</strong> é a <em>capacidade própria do ser humano de escolher de forma autónoma, segundo motivos definidos pela sua consciência</em>.</p>
<p><strong>Amor</strong> é definido como <em>um sentimento que predispõe a desejar o bem de alguém</em>. <em>Induz</em><em> </em><em>a</em><em> </em><em>aproximar</em><em>, </em><em>a</em><em> </em><em>proteger</em><em> </em><em>ou</em><em> </em><em>a</em><em> </em><em>conservar</em><em> </em><em>a</em><em> </em><em>pessoa</em><em> </em><em>pela</em><em> </em><em>qual</em><em> </em><em>se</em><em> </em><em>sente</em><em> </em><em>afeição</em><em> </em><em>ou</em><em> atração.</em></p>
<p>Segundo o dicionário, a palavra <strong>Apego</strong> significa <em>sentimento de afeição, de simpatia ou afeto por alguém ou alguma coisa</em>. Também pode ser uma espécie de <em>dependência, um vício, uma compulsão a algo ou alguém</em>.</p>
<p>Numa perspetiva crítico-reflexiva, o termo apego é visto como dependência. Durante uma parte da vida, dependes dos teus pais para sobreviver, e é criado um laço de dependência. Mas, em grande parte, esse laço de dependência em vez de ser “afrouxado” ao longo dos anos, passa a ser reforçado pela educação familiar. Então, os membros do núcleo familiar reforçam a ideia que apego é sinónimo de Amor.Então, o apego pode ser saudável ou não. O apego “menos saudável” está relacionado com as coisas que não te fazem feliz, como uma recordação triste, uma dor constante ou algum objeto que já não usas e, por algum motivo, não te consegues desapegar dele. O apego “saudável” diz respeito ao carinho e afeto que tens por alguma pessoa, animal, um objeto com muito valor para ti ou até a um desporto ou atividade que te dê muito prazer.</p>
<p>Já o apego exagerado pode levar a vários desequilíbrios físicos e emocionais como a ansiedade, a fobia, o medo e a depressão. O apego excessivo a alguém, por exemplo, provoca sentimentos de possessividade, ciúme, raiva, desconfiança e medo da perda.</p>
<p>O que acontece é que sempre que dás algo ao outro e que lhe dedicas tempo, esperas algo em troca. Existe uma expetativa de retorno por trás da ação. Então, queres fazer algo pelo outro, não por amor (generosidade), mas sim pelo sentido que serás compensada. Isto pode fazer com que o outro fique teu refém emocional, pelo teu pequeno e talvez inconsciente egoísmo.</p>
<p>Às é normal que não percebas que o fazes, porque é um processo inconsciente, é “culturalmente normal”. Acreditas que por amar o outro, ele deve corresponder às tuas expetativas e pronto.</p>
<p>Sim, claro que se tratas bem o outro, dedicas-lhe tempo, tens respeito por ele, queres que essa relação continue e queres também receber da parte dele. Só que o que acontece é que por vezes esperas demais do outro. Crias expectativas. Às vezes fazes “demais” e “esperas demais”; fazes mais do que aquilo que ele te pede, esquecendo-te de lhe perguntar se ele realmente quer receber ou não ou se tem a capacidade de te dar da mesma forma que lhe deste. E noutras vezes “dás pouco” e “esperas muito”. Então, deve haver um equilíbrio entre o dar e receber, sem expectativas, sem dependências e com comunicação.</p>
<p>Acrescentando que muitas vezes o que te cria dependência (a maior parte das vezes emocional) é o pensar que encontras no outro a resolução do teu desequilíbrio. Do vazio que sentes. Da tua carência estrutural. Mas o outro nunca pode preencher um vazio que só pode ser preenchido por ti. Ele só pode complementar, nunca preencher.</p>
<p>E isto serve tanto para as relações amorosas como para as relações familiares, com animais e com objetos.</p>
<p><strong>Desapego</strong> não é deixares de amar alguém ou deixares alguma coisa que precisas muito. Desapego é aprender a ser livre, a não controlar o que não pode ou deve ser controlado, a aceitar o outro como ele é (assim como as coisas como elas são) não querendo que ele se molde ao que tu própria queres. O outro não é propriedade tua. É propriedade dele. Assim como tu não és propriedade dele, és tua. Também não gostavas de ser controlada, certo?</p>
<p>Desapegar ensina-te a respeitar todo o espaço que envolve o outro, físico, emocional, espiritual, mental, psicológico… entendendo-o como um ser único, com uma história de vida diferente da tua e com perceções da vida que podem ser diferentes da tua, tendo em conta as aprendizagens que teve até aqui.</p>
<p>Nada nem ninguém é obrigado a nada neste mundo. Toda a gente tem uma opção de escolha. Tudo é a tua escolha. Claro que sabendo que pode haver consequências e que deves estar alerta para o que fazer nesse caso. Então ninguém é obrigado a amar-te e a corresponder na mesma medida. Porque cada um tem a sua forma de viver, amar, ser livre e feliz. Mas, por mais que a forma de viver seja diferente, podes sempre encontrar pontos que nos liguem, que aprendam juntos. É assim que aprendes a gostar e interagir com diferença (sem expetativas, sem desilusões. É o que é), sem julgamentos.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Amar sem prender. Amar sem controlar. Amar sem medo. Amar sem julgamento. Amar sem desconfiança. Amar sem dúvidas. Amar sem imposições nem obrigações. Amar sem expectativas.</strong></p>
<p><strong> </strong>O Amor confia.</p>
<p>O Amor dá espaço.</p>
<p>O Amor dá liberdade e é liberdade.</p>
<p>O Amor cuida, mas não é obcecado. Não controla. Não manipula.</p>
<p>O Amor protege, mas deixa respirar. O Amor percebe que há espaço e tempo a respeitar. Que há sentimentos. Que há diferenças.</p>
<p>O Amor sabe o que é medo e sabe o que é apego. O Amor sabe.</p>
<p>O Amor sabe o que é carinho e conforto extra e o que é necessidade. O Amor sabe.</p>
<p>O Amor sabe que a tua liberdade termina onde começa a liberdade do outro.</p>
<p>O Amor sabe que tudo o que fazes ao outro, estás a fazer a ti.</p>
<p>O Amor sabe que não há jogo de culpa. O Amor sabe que existem histórias. Espelhos que se refletem.</p>
<p>O Amor sabe que quando prendes o outro, estás também a prender-te a ti (porque a tua mente não descansa com o medo “e se…?”).</p>
<p>O Amor sabe que quando magoas o outro, magoas-te também a ti.</p>
<p>O Amor sabe que quando não confias não és livre. És preocupada. Tens macaquinhos da cabeça.</p>
<p>O Amor sabe que o outro já tinha amizades antes de nós. E que pode continuar a tê-las, com respeito, verdade e confiança.</p>
<p>O Amor sabe que quando controlas ficas presa. E quando ficas presa e prendes, gera confusão. Mágoa. Ressentimento. Culpa.</p>
<p>O Amor não é egoísmo, não é insegurança. Nem controlo e nem dependência. Muito menos anulação da essência de cada um.</p>
<p>O Amor não molda. Não exige. Não cria expetativas.</p>
<p>O Amor não obriga o outro a fazer o que eu quero só para me agradar. O Amor respeita o que o outro quer fazer e encontra soluções em que ambos ficam a ganhar. O Amor sabe, portanto, a diferença entre egoísta e autocentrada. Entre egoísmo e independência.</p>
<p>O Amor não corta a leveza, a vontade e espontaneidade do outro.</p>
<p>O Amor não tem medo de perder. O Amor sabe que volta se tiver que voltar.</p>
<p>O Amor é incondicional, nunca condicional.</p>
<p>O Amor é autorresponsabilidade. É verdade. É parceria.</p>
<p>No Amor, o verdadeiro, há a união de duas partes que já estão completas. Tudo o que um faz vais afetar os dois. Se deixas ser livre, serás livre também. Se dás asas para voar, voarás também.</p>
<p>O Amor a dois, é primeiro um Amor a um. Ama-te e respeita-te em primeiro lugar. Depois amarás e respeitarás o outro. E se ele não souber, ensina-o e dá-lhe asas para que possa aprender.</p>
<p>Vive a vida que queres viver. Para permitires que o outro viva essa mesma vida da mesma forma que tu. Livre. Sê verdade para permitires que o outro também o seja. Verdade. Sê e dá coração. Receberás de volta.</p>
<p><strong>O Amor é tudo e Tudo é Amor</strong>.</p>
</div>
<div></div>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote><p>Enquanto não atravessarmos a dor da nossa própria solidão, continuaremos a buscar-nos noutras metades. Para viver a dois, antes, é necessário ser um.</p>
<p style="text-align: right;">Fernando Pessoa</p>
</blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<div>Com Amor,</div>
<div>Carina</div>
<div></div>
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		<title>O lugar onde o COVID-19 não chega</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carina Palma]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Mar 2020 18:21:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cuidar]]></category>
		<category><![CDATA[amor]]></category>
		<category><![CDATA[autoconhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[consciência]]></category>
		<category><![CDATA[covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[liberdade]]></category>
		<category><![CDATA[vida]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Gostava que me tivessem explicado que o silêncio diz coisas que eu não quero ouvir, que eu não sei como ouvir. Gostava que me tivessem ensinado o que é ficar sozinha entre paredes que não me dizem o que devo fazer. Gostava que me tivessem dito que afinal preciso de pessoas e que a pessoa [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div>
<div dir="auto">Gostava que me tivessem explicado que o silêncio diz coisas que eu não quero ouvir, que eu não sei como ouvir.</div>
<div dir="auto"></div>
<p dir="auto">
<div dir="auto">Gostava que me tivessem ensinado o que é ficar sozinha entre paredes que não me dizem o que devo fazer.</div>
<div dir="auto"></div>
<p dir="auto">
<div dir="auto">Gostava que me tivessem dito que afinal preciso de pessoas e que a pessoa que mais preciso sou eu.</div>
<p dir="auto">
<div dir="auto"></div>
<div dir="auto">Gostava de ter nascido com um livro de instruções. e os meus pais também teriam gostado.</div>
<div dir="auto"></div>
<p dir="auto">
<div dir="auto">Gostava de ter aprendido sobre a vida. mas aprendi que isso só é possível a cada dia, a cada consciência mais madura.</div>
<div dir="auto"></div>
<p>&nbsp;</p>
<div>Sim.</div>
</div>
<div dir="auto"></div>
<p dir="auto">
<div>
<div dir="auto">E que damos sentido à palavra gratidão quando alguém nos lembra que precisamos uns dos outros.</div>
</div>
<p dir="auto">
<div dir="auto"></div>
<div>
<div dir="auto">Que só nos lembremos que precisamos de dar amor a nós e a quem amamos quando somos obrigados a fazê-lo.</div>
</div>
<div dir="auto"></div>
<p dir="auto">
<div>
<div dir="auto">Que só comunicamos quando chega uma ameaça exterior.</div>
</div>
<div dir="auto"></div>
<p dir="auto">
<div>
<div>Que o amor só termina quando nos esquecemos dele.</div>
</div>
<div></div>
<p>&nbsp;</p>
<div>
<div>Sim.</div>
</div>
<p dir="auto">
<div dir="auto"></div>
<div>
<div>Colocava-mo-nos e colocávamos a família em segundo plano e ficavam palavras por dizer, agora temos medo que o tempo não chegue para dizer tudo aquilo que não dissemos durante este tempo todo.</div>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<div></div>
<div>
<div>Esperamos pela morte, por um evento trágico ou por um COVID-19 para percebermos mensagens importantes como &#8220;vamos todos ficar bem&#8221; ou &#8220;estamos todos juntos&#8221; ou &#8220;fiquem em casa e protejam-se&#8221;, para nos lembrarmos de palavras como união, compaixão, parceria, comunicação, respeito e amor, que já existiam do Mundo desde há milhares de anos.</div>
<div></div>
<div>E depois? Quando tudo passar? Voltará tudo à estaca zero? Espero que desta vez não. Espero que desta vez vejam que é sério. Que o Universo está decidido em fazer-nos ver que é preciso mais Amor, mais essência e mais conexão e respeito por nós e por quem amamos. Mais qualidade de tempo e gestão de prioridades.</div>
</div>
<div></div>
<p>&nbsp;</p>
<div>
<div>Nós somos a nossa primeira prioridade. A nossa família é uma prioridade. Olhar e ver os nossos filhos é uma prioridade. Escutar e falar com quem nos é importante é uma prioridade. É urgente que percebamos isto de uma vez por todas. O tempo não espera. E o COVID não saberá disto.</div>
</div>
<div></div>
<p>&nbsp;</p>
<div>
<div>A correria da rotina diária consome a energia que era suposto não terminar. E agora sem rotina, sem o mecanismo do que já sabemos fazer sem ver, vem a pausa. O silêncio. As estratégias para saber sobreviver fora da zona de conforto. Mas não seria zona de desconforto se já tivéssemos sabido de tudo isto antes de nos (re)ensinarem agora.</div>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<div></div>
<div>
<div>O &#8220;não deixes para amanhã o que podes fazer hoje&#8221; torna-se aliado do &#8220;não digas amanhã o que podes dizer hoje&#8221;, que por sua vez se tornam essenciais.</div>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<div></div>
<div>
<div>Chega o medo do que não é seguro. Chega o medo de todas as medidas de protecção não serem suficientes. Só que esse medo já existia antes disto tudo. Só despertou agora, porque o Mundo se fez ouvir. Então, que nos lembremos que confiar faz e fará sempre parte do caminho. Que a fé é e sempre será precisa.</div>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<div></div>
<div>
<div>Que a isto a que chamamos estado de emergência se torne uma emergência à auto-consciência de cada um de nós. Que se torne uma emergência para deixar que o ego fale menos e que a alma escute mais. Para nos deixarmos de desculpas e tretas. Queremos férias e tempo quando não o temos e agora que o temos queremos fugir dele. Que ser humano mais complicado!</div>
<div></div>
<div>Não há nada para complicar. É emergente que tenhamos consciência de que é preciso mais união e mais amor.</div>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<div></div>
<div>
<div>Que a isto a que chamamos prisão (que na verdade somos nós quem nos prende) se transforme na nossa maior Liberdade. Porque prisão era quando todos vestíamos a máscara do que é correto e certo aos olhos dos outros. E liberdade é agora quando percebemos que podemos ser nós próprios.</div>
<p>&nbsp;</p>
<div>Porque prisão era quando nos tocávamos e não nos sentíamos. Quando falávamos e não nos ouvíamos. Quando estávamos juntos, mas cada vez mais distantes. E agora parece que quanto menos nos tocamos, mais chegamos perto um no outro. E que as saudades se transformam em esperança.</div>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<div></div>
<div></div>
<div>O lugar onde o COVID-19 não chega é ao Amor que tens no teu coração, se tomares esta consciência.</div>
<div></div>
<p>&nbsp;</p>
<div></div>
<div></div>
<div>
<div>Como ouvi num vídeo do Hugo David Barbosa: <em><strong>Por mim. Por ti. Por todos. Vamos conseguir.</strong></em></div>
</div>
<div></div>
<p>&nbsp;</p>
<div></div>
<div>Com Amor,</div>
<div>Carina</div>
<div></div>
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		<title>A Vida e os Relacionamentos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carina Palma]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Mar 2020 00:42:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cuidar]]></category>
		<category><![CDATA[amor]]></category>
		<category><![CDATA[amor próprio]]></category>
		<category><![CDATA[autoconhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[crenças]]></category>
		<category><![CDATA[liberdade]]></category>
		<category><![CDATA[relacionamentos]]></category>
		<category><![CDATA[vida]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A vida é agridoce, o Amor pode ser polémico e tudo gira à volta dos relacionamentos. Quer queiras ou não, és obrigado a relacionar-te. Nem que seja contigo próprio. Quando nasces aprendes a comunicar com os teus pais ou cuidadores. No infantário, creche ou noutro local de convívio e aprendizagem, deparas-te com outros seres iguais [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A vida é agridoce, o Amor pode ser polémico e tudo gira à volta dos relacionamentos.</p>
<p>Quer queiras ou não, és obrigado a relacionar-te. Nem que seja contigo próprio.</p>
<p>Quando nasces aprendes a comunicar com os teus pais ou cuidadores. No infantário, creche ou noutro local de convívio e aprendizagem, deparas-te com outros seres iguais a ti e que curiosamente falam a mesma linguagem que tu, embora nem sempre os entendas. Cresces e o primeiro ciclo torna-se o ensino preparatório e daí para a frente mais exigente.</p>
<p>O nível de aprendizagem nos relacionamentos é idêntico ao grau académico, sendo que podes ficar pelo ensino básico, completar a licenciatura ou até mesmo partires à aventura e descoberta do doutoramento.</p>
<p>A primeira escola que tens é antes sequer de estares no plano térreo. Sim, existe uma escola antes de nasceres. O útero da tua mãe. A intenção da tua mãe e, na verdade, do teu pai também, quando pensaram em conceber-te.</p>
<p>No útero são-te enviadas as primeiras mensagens e informações importantes para que definas a tua personalidade. O bebé <em>in útero</em> é dotado de sensibilidade, memória e consciência. É durante os nove meses que decorrem entre a conceção e o nascimento que moldas a tua personalidade, os teus impulsos e as tuas tendências de uma forma muita importante e significativa. Dependendo sempre da intenção, vínculo e comunicação <em>mãe-filho</em> que foi estabelecido, tendo em conta vários fatores influenciadores. E aqui entra a necessidade, cada vez maior, da existência de um suporte e segurança emocional para a mulher grávida que se encontra vulnerável. Assim como também, a importância de valorizar o papel do pai na gravidez.</p>
<p>Portanto, a forma como te vais relacionar após o nascimento é influenciada pelos estímulos e códigos genéticos e emocionais que te foram passados bem antes de nasceres. E isto está cientificamente comprovado<a href="#_ftn1" name="_ftnref1">[1]</a>.</p>
<p>A verdade é que os relacionamentos podem tornar-se num grande desafio, uma vez que quem está à tua frente não frequentou a mesma escola primal que tu.  E mais do que isso, cada experiência é vivida e sentida de forma diferente e em cada nascimento de um bebé, nasce também uma nova mulher e isso responde à pergunta que possas estar a ter: “e o meu irmão que nasceu da mesma mãe que eu? É totalmente diferente de mim em termos de personalidade”. Pois, claro que é diferente. As informações que recebeu não foram as mesmas que tu recebeste. Porque o ser humano está em constante mudança e evolução. E até há quem acredite, e isto já pode ser provado, que cada alma escolhe o corpo físico para ganhar vida, consoante aquilo que ainda tem para aprender. Melhor dizendo, os filhos escolhem os pais que precisam de ter, para evolução daquela alma na terra.</p>
<p>Na verdade, o filho é perfeito para aqueles pais e os pais são perfeitos para aquele filho. Contudo, nem sempre é claro que este tipo de relacionamento é propositado para que aprendas o que tens a aprender. É isso, vens a este Mundo para aprender alguma coisa, não só sobre os outros, mas principalmente sobre ti, senão que piada tinha apenas viver?</p>
<p>Os grandes desafios com os pais começam quando eles te mostram e acentuam as feridas que te foram marcadas ao longo do útero, no parto ou na infância por algum momento traumática que talvez nem te lembres.</p>
<p>É importante que quando surgirem as dúvidas sobre de tudo e todos, sobre ti e sobre o porquê do que te está a acontecer, comeces a investigar. Sê investigador da tua própria história. Do teu nascimento, da tua infância. Há sempre algum momento que te marcou e ficou inconscientemente registado do teu ADN<a href="#_ftn2" name="_ftnref2">[2]</a> e consequentemente passa para o teu corpo físico. Acontece quando estás stressado por exemplo e sentes tensão muscular, diarreias ou dores de estômago. A isto chama-se psicossomatismo<a href="#_ftn3" name="_ftnref3">[3]</a>.</p>
<p>Por exemplo a ansiedade reflete tensões no chacra<a href="#_ftn4" name="_ftnref4">[4]</a> raiz (o primeiro chacra, a base, a sustentação), localizado na base da coluna que alimenta as glândulas suprarrenais. Vê o que se estava a passar na tua vida quando essa ansiedade começou, nomeadamente nas áreas do dinheiro, casa, trabalho, mãe. Que situação foi essa que reagiste com insegurança ou medo e que continua por resolver, tendo-se tornado filtro de perceção que faz com que vejas as coisas com medo?</p>
<p>Outro exemplo é a diarreia que é a passagem frequente de fezes moles e aguadas, com ou sem inchaço, pressão e dor. Reflete também tensão no chacra raiz e insegurança ou medo como filtro de perceção.</p>
<p>Um último exemplo são as aftas. A úlcera aftosa, ou afta, apresenta-se como uma ferida dolorosa dentro da boca ou na parte superior da garganta e caracteriza-se pelo rompimento da membrana mucosa. Não é considerada contagiosa. Está associada à raiva, e o facto de afetar a boca e garganta quer dizer raiva não expressada e, consequentemente, tensão do chacra da garganta. Mas também pode ser vista como quereres manter as pessoas à distância. Tens tendência a isolares-te, dando-te a ti próprio motivos para evitar o contacto social ou sexual.</p>
<p><strong>Uma mudança de consciência produz uma mudança no campo de energia. Uma mudança no campo de energia dá-se antes de uma mudança no corpo físico. A direção da manifestação parte da consciência, atravessa o campo energético e chega finalmente ao corpo físico.</strong></p>
<p>Sê então investigador da tua própria história, para seres o teu melhor amigo. Para te conheceres no intuito de te ajudares. Ajudares a tua alma a evoluir. Viveres em equilíbrio e paz contigo e consequentemente com quem te rodeia, no meio ambiente que estás inserido.</p>
<p>É sempre tão fácil investires tanta energia e dinheiro em cursos superiores que te permitem ter a profissão que queres, ou talvez a que os teus pais querem para ti, que depois te esqueces do mais importante. E quando chega a altura da exaustão emocional, do desequilíbrio e das dúvidas existenciais, procuras ajuda no que te é externo, porque não é confortável para ti embarcar nesta viagem de autoconhecimento pelas tuas próprias mãos. E sim, é importante que permitas receber ajuda, contudo é simplesmente uma orientação, pois a verdadeira resposta és sempre tu que a tens. Então, reflete durante alguns segundos pelos menos sobre a importância de investires num curso profissional sobre como te conheceres e nutrires a ti próprio, já que a resposta está perdida algumas dentro do teu coração. Da mesma forma que não nasces a saber ler, e aprendes, podes também aprender sobre te relacionares contigo, já que és a pessoa com quem passas vinte e quatro horas por mim.</p>
<p>É curioso, não é? Passas todo o tempo contigo, tens de te aturar a cada segundo da tua respiração e às vezes conheces melhor a pessoa que está ao teu aldo do que a ti próprio. E mais, por vezes, essa pessoa que está ao teu lado sabe mais de ti do que tu possas ou permitas saber.</p>
<p>Quando questiono as minhas clientes com a pergunta: <em>Quem és tu?</em> existe todo um jogo de cintura por trás. <em>Eu sou a Ana</em> (nome fictício) <em>e sou professora, trabalho na escola de Lisboa</em>. <em>Está bem, obrigada. Mas, agora responde-me então à questão que te fiz, quem é a Ana? Quem és para além do que fazes? Quem és enquanto ser? Então, eu sou…eu sou…ups, não sei quem sou. </em>E as lágrimas correm. Esta torna-se a pergunta mais assustadora.</p>
<p>Quem és tu? Tens a coragem de te conhecer? Sabes quem és e o que estás aqui a fazer? No meio disto tudo, o que é que realmente importa? O que é que realmente te faz Feliz e te dá prazer? Que máscara usas para viver no teu dia a dia e encarar as pessoas? É a tua própria máscara ou é de quem querias ser? O que andas aqui a fazer? Vives para ti ou vives para o que os outros querem? És uma imagem de ti ou um espelho dos outros?</p>
<p>Quem és tu? Esta é a pergunta que te faço. Pode doer, sim. Mas abre caminhos.</p>
<p>Não há respostas certas, nem erradas. Ninguém te está a ver, muito menos a julgar. Então, abre o teu coração e escreve o que ele te diz.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Sugestão de exercícios</strong>:</p>
<p><strong> </strong></p>
<ol>
<li><strong>Quem sou eu enquanto pessoa?</strong> (esquece a tua profissão; é quem tu és quando vieste ao mundo)</li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="2">
<li><strong>Estou a ser quem eu quero ser?</strong></li>
</ol>
<p>&nbsp;</p>
<p>Nesta linha de sentido, só podes conhecer bem e relacionar-te de forma equilibrada com o outro quando o fazes contigo. É assim que funciona.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Com Amor,<br />
Carina</p>
<p>_______________</p>
<h6><a href="#_ftnref1" name="_ftn1">[1]</a> Sugestão de leitura: A vida secreta da criança no útero de Thomas Verne e John Kelly.</h6>
<h6><a href="#_ftnref2" name="_ftn2">[2]</a> Ácido desoxirribonucleico, ou seja, uma molécula de dupla hélice, que contém informação única e está presente em todas as células do teu corpo.</h6>
<h6><a href="#_ftnref3" name="_ftn3">[3]</a> Tudo indica que o sintoma físico está a ser causado por um distúrbio emocional e/ou psicológico.</h6>
<h6><a href="#_ftnref4" name="_ftn4">[4]</a> Chacra é uma palavra em sânscrito que quer dizer roda, ou vórtice, e refere-se a cada um dos sete centros de energia que compõem a tua consciência, o teu sistema energético. Funcionam como bombas ou válvulas, regulando a energia através desse sistema. O funcionamento dos chacras reflete as decisões que tomas em relação a como escolhes percecionar e responder às circunstâncias da tua vida.</h6>
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		<title>O dilema do Amor</title>
		<link>https://carinapalma.pt/o-dilema-do-amor/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carina Palma]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jan 2020 22:43:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cuidar]]></category>
		<category><![CDATA[amor]]></category>
		<category><![CDATA[bloqueios]]></category>
		<category><![CDATA[crenças]]></category>
		<category><![CDATA[liberdade]]></category>
		<category><![CDATA[relacionamentos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O que é o AMOR? O Amor é uma experiência de profunda entrega, que requer fé, confiança e coragem. A entrega não é a submissão à vontade do outro. A entrega é ceder docilmente ao interior dos teus próprios sentimentos, vulnerabilidade, intuição e consciência &#8211; o teu eu escondido, o teu eu desconhecido. A entrega [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h4><strong>O que é o AMOR?</strong></h4>
<p>O Amor é uma experiência de profunda entrega, que requer fé, confiança e coragem. A entrega não é a submissão à vontade do outro. A entrega é ceder docilmente ao interior dos teus próprios sentimentos, vulnerabilidade, intuição e consciência &#8211; o teu eu escondido, o teu eu desconhecido. A entrega é apaixonares-te por ti próprio/a!</p>
<p>Descobres esta sensação de amor no ventre da tua mãe. É este o teu primeiro contato, onde um sentimento de bem-estar e acolhimento te envolve.</p>
<p>Por curiosidade: nas primeiras 12 semanas da evolução pré-natal ainda não existe cordão umbilical que nos alimente ou nutra. Somos apenas nutridos pelo vínculo às paredes uterinas da nossa mãe. Forma-se, então, depois o cordão umbilical, que parece satisfazer todas as nossas vontades e necessidades. Até nascermos somos nutridos por toda a informação e amor que nos chega através deste forte cordão.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Então e que ligação posso fazer com este processo e as relações amorosas?</strong></h4>
<p>Anos mais tarde, o que pode acontecer nas relações é que tentas recriar este cordão umbilical que aparentemente já foi cortado. Pensas que se encontrares alguém muito amoroso e carinhoso, e que satisfaça todas as tuas necessidades, poderás novamente ter aquela sensação de calor e amor. Mas isto pode ser trágico.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>O Amor é muito mais do que ter as nossas necessidades satisfeitas. </strong></p>
<p>Teres as tuas necessidades satisfeitas é uma questão de sobrevivência. Teres o amor que desejas e mereces é uma questão de qualidade de vida. Quando sabes que a tua sobrevivência está assegurada, então e só então podes livremente dar a tua atenção à qualidade da tua existência, e é aqui que está o nascimento de uma vida amorosa saudável.</p>
<p>Quando sabes tomar conta de ti próprio/a, és independente. E quando duas pessoas independentes concordam em ser responsáveis um perante o outro, não o fazem por necessidade, mas sim porque estão abertos a ser apoiados. É um apoio, não uma dependência.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Porque tenho determinados padrões relativamente ao Amor?</strong></h4>
<p>Na infância aprendes coisas relativamente ao Amor que te levam a criar determinadas crenças, como por exemplo, aprendes que o amor é algo que consegues através de um comportamento apropriado. Se te portares bem recebes x coisa, mas caso te portes maç, ficas de castigo. Então tu queres fazer de tudo para teres um bom comportamento e seres merecedor/a do amor, da aprovação.</p>
<p>E o que acontece é que muitas vezes te anulas. E um amor nunca pode ser baseado na auto anulação.</p>
<p>Os teus relacionamentos estarão sempre bloqueados e o teu coração estará sempre fechado, na mesma medida em que não perdoares os teus Pais. Não é possível criar uma ligação verdadeira com um parceiro/a enquanto não libertares os teus pais. Pois, aquilo que não te agrada nele/a é frequentemente aquilo que ainda não perdoaste nos teus pais.</p>
<p>As tuas crenças relativamente ao amor, vêm dos teus pais!</p>
<p>Então há que fazer um trabalho de perdão, aceitação e compaixão relativamente a tudo o que envolve o teu passado.</p>
<p><strong>Exemplo pessoal &#8211; </strong>Cresci com a crença de que não era desejada e que não devia ter nascido para que a minha mãe não sofresse (culpa). Os comportamentos que desenvolvi foram:</p>
<ul>
<li>não merecimento e medo de magoar o outro (e por isso anulava-me);</li>
<li>necessidade de aprovação ao querer agradar e moldar-me &#8220;às modas&#8221; e ao que era popular;</li>
<li>necessidade não-saudável de reconhecimento externo;</li>
<li>necessidade de estar sempre a ajudar os outros (para não me sentir tão culpada);</li>
<li>estar sempre a querer mudar e não me sentir bem nem confortável em lado nenhum (pela não-aceitação e sentimento de não ser desejada).</li>
</ul>
<p>Ao longo destes anos fiz um trabalho interno intenso: trabalho de crenças e limpeza de ervas daninhas, cura das feridas, ter a coragem de ouvir o coração e calar o ego, trabalho intenso de perdão aos pais e a mim.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong>O amor é muito mais do que teres uma aprovação! O amor é muito mais do que uma máscara. Não precisas de inventar uma personagem, para que a tua &#8220;cara metade&#8221; fique na tua vida. Quando há amor, respeito e verdade, se tiver que ser teu, será!</strong></p>
<div dir="auto"></div>
<h4 dir="auto"><strong>Mas porque é que é tão difícil explicar o Amor? </strong></h4>
<div dir="auto"></div>
<div dir="auto"></div>
<div dir="auto">Porque, na nossa cultura, tentamos combinar dois aspectos do amor muito opostos numa só definição. Quanto mais falamos sobre o amor, mais caímos em contradição, e, quando encontramos um aspecto do amor em conflito com outro, desistimos, confusos e frustrados, e concluímos que o amor é muito pessoal, muito misterioso e muito enigmático para se definir precisamente.</div>
<div dir="auto"></div>
<h4 dir="auto"><strong>Amor e paixão, que diferença?</strong></h4>
<div dir="auto"></div>
<div dir="auto">Os gregos usaram palavras diferentes, <em>eros e agape</em>, para fazer uma distinção entre as duas formas bem diferentes de experimentar o que chamamos de &#8220;amor&#8221;. <em>Eros</em>, refere-se ao amor apaixonado, enquanto que <em>agape</em> descreve o relacionamento estável e com compromisso, livre de paixão, que existe entre duas pessoas que se importam bastante uma com o outra.</div>
<div dir="auto"></div>
<div dir="auto"></div>
<div dir="auto"><strong>Eros diz</strong>: <em>o amor verdadeiro é um desejo avassalador e desesperado pelo bem-amado, que é distinguido como diferente, misterioso e esquivo. A profundidade do amor é medida pela intensidade da obsessão pela pessoa amada. Resta pouco tempo ou atenção para outros interesses ou atividades, pois muita energia está concentrada na lembrança de encontros passados ou na imaginação de encontros futuros. Frequentemente, devem-se superar grandes obstáculos, e, dessa forma, há o aspecto sofrimento no amor verdadeiro.</em> <em>Outra indicação da profundidade do amor é a predisposição em suportar a dor e a opressão por amor ao relacionamento. Estão associados ao amor verdadeiro os sentimentos de excitação, êxtase, drama, ansiedade, tensão, mistério e anseio.</em></div>
<div dir="auto"></div>
<div dir="auto"></div>
<div dir="auto"><strong>Agape defende:</strong> <em>O amor verdadeiro é o companheirismo com o qual duas pessoas que se gostam estão profundamente em compromisso. Essas pessoas possuem muitos valores, interesses e objetivos básicos em comum, e toleram saudavelmente as suas diferenças individuais. A profundidade do amor é medida pela confiança e respeito mútuos. O relacionamento permite a cada um ser mais inteiramente expressivo, criativo e produtivo no mundo. Há uma grande alegria nas experiências compartilhadas, tanto do passado quanto do futuro, e também naquelas que são antecipadas. Cada um vê o outro como o seu amigo mais querido e mais estimado. Outra medida da profundidade do amor é a predisposição em olhar para si mesmo de forma honesta para promover o crescimento do relacionamento e o aumento da intimidade. Estão associados ao amor verdadeiro os sentimentos de serenidade, segurança, devoção, compreensão, companheirismo, apoio mútuo e conforto.</em></div>
<div dir="auto"></div>
<div dir="auto">Eros, o amor apaixonado, é o que a mulher que ama demais normalmente sente pelo homem impossível. Na verdade, é por ele ser impossível que existe tanta paixão. Para que a paixão exista, é necessário haver conflitos e obstáculos contínuos para serem superados, um anseio por mais do que está disponível. Paixão significa literalmente sofrimento, e, frequentemente, quanto maior o sofrimento, mais intensa é a paixão. A intensidade emocionante de um caso de amor apaixonado não pode ser atingida pelo conforto mais doce de um relacionamento estável e compromissado, de forma que, se fosse para ela receber finalmente do objecto de sua paixão o que deseja tão ardentemente, o sofrimento cessaria e a paixão logo se acabaria. Então talvez ela dissesse a si mesma que desistiria do amor, porque a dor agridoce não existiria mais.</div>
<div dir="auto"></div>
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<div dir="auto"></div>
<div dir="auto" style="text-align: center;"><strong><em>Apaixonares-te é o eufemismo romântico para uma dependência infantil. </em></strong>É o oposto de viver em amor.</div>
<div dir="auto"></div>
<div dir="auto"></div>
<div dir="auto">O que normalmente acontece é que num relacionamento apaixonado, abastecido como deve ser com a excitação, o sofrimento e a frustração de um novo amor, há o sentimento de que há algo muito importante que falta. O que se quer é compromisso, um meio de estabilizar a experiência emocional caótica e de proporcionar um sentimento de proteção e segurança. Se o que se opõe ao facto de estarem juntos for superado, e se for conseguido um compromisso genuíno, irão finalmente olhar-se e perguntar-se para onde foi a paixão. Sentem-se protegidos, aquecidos e amáveis um com o outro, mas um pouco enganados, também, porque já não estão entusiasmados com o desejo um pelo outro. O preço que pagas pela paixão é o medo. E a mesma dor e medo que alimentam o amor apaixonado podem também destruí-lo. O preço que pagas pelo compromisso estável é o aborrecimento; e a mesma protecção e segurança que solidificam o relacionamento podem também torná-lo inflexível e inerte.</div>
<div dir="auto"></div>
<div dir="auto">Para haver excitação e um desafio contínuo num relacionamento, após um compromisso, há que basear-se não na frustração ou anseio, mas sim na exploração. E esta exploração engloba o conhecimento um do outro,  a confiança, o respeito, a comunicação, a compaixão, o descobrimento de novos gostos, o perdão, a exploração.</div>
<div dir="auto"></div>
<div dir="auto"></div>
<div dir="auto"></div>
<h4><strong>O amor é muito mais do que amares demais.</strong></h4>
<p>E amar demasiado não significa amares muitos homens/mulheres, ou apaixonares-te com muita frequência (ou mesmo ter um grande amor genuíno por alguém). Significa, na realidade, ficar obcecado/a por alguém e chamar isso de amor, permitindo que esse sentimento controle as tuas emoções e boa parte do teu comportamento. E mesmo que percebas que tem influência negativa sobre tua saúde e bem-estar, ainda assim achas-te incapaz de te opores a ele. Significa medir a intensidade do teu amor pela quantidade de sofrimento.</p>
<p><strong>Antes de quereres amar a dois, deves aprender a amar a um!</strong> Amares-te em primeiro lugar para depois sim, amares o outro em pleno!</p>
<h4><strong>É seguro amar de novo! É seguro confiar de novo!</strong></h4>
<p>_</p>
<p>Existem várias ligações que posso fazer acerca deste tema, mas fica para um novo post <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/12.0.0-1/72x72/1f642.png" alt="🙂" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></p>
<p>Por experiência própria, sei bem o que é ter o dilema do Amor e por isso abri-me à cura neste sentido. O desbloquear foi tanto que prometi a mim mesma que iria ajudar outras pessoas no que toca ao Amor. Neste sentido e face aos pedidos, decidi abrir uma mentoria com o objetivo de te dar ferramentas para que ultrapasses possíveis bloqueios.</p>
<p>Sente-te à vontade para pedir mais informações (info@carinapalma.pt).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Com Amor,<br />
Carina</p>
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		<title>A culpa e o perdão fazem as pazes</title>
		<link>https://carinapalma.pt/a-culpa-e-o-perdao-fazem-as-pazes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carina Palma]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jan 2020 14:35:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cuidar]]></category>
		<category><![CDATA[abrirocoração]]></category>
		<category><![CDATA[amor]]></category>
		<category><![CDATA[consciênciaemocional]]></category>
		<category><![CDATA[culpa]]></category>
		<category><![CDATA[equilíbrio]]></category>
		<category><![CDATA[inteligênciaemocional]]></category>
		<category><![CDATA[liberdadeemocional]]></category>
		<category><![CDATA[perdão]]></category>
		<category><![CDATA[transformação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A culpa é uma fuga do sentir. A culpa pode levar à separação e é o fosso que protege o castelo do ego. Quando sentes culpa, estás a sabotar a tua vida nalguma área, pois subconscientemente não te sentes merecedor/a de um sucesso completo. Normalmente quando sentes culpa, tens tendência a arranjar uma desculpa como [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A culpa é uma fuga do sentir. A culpa pode levar à separação e é o fosso que protege o castelo do ego.</p>
<p>Quando sentes culpa, estás a sabotar a tua vida nalguma área, pois subconscientemente não te sentes merecedor/a de um sucesso completo. Normalmente quando sentes culpa, tens tendência a arranjar uma desculpa como &#8220;há algo de errado comigo&#8221; ou &#8220;não sou merecedor/a&#8221;, o que faz com que confirmes o teu maior medo acerca de ti próprio/a.</p>
<p>A culpa faz com que algumas pessoas que se tornam bem sucedidas de um dia para o outro, destruam o seu próprio sucesso (como quem diz a elas próprias). O seu consciente tem dificuldade em reconciliar a sua fama repentina com a sua baixa autoestima do passado.</p>
<p>A culpa é portanto a máfia da mente. É um plano de proteção que vendes a ti próprio/a para evitar um castigo antecipado. Só que isto implica autopunição. Ou seja, o pensamento subjacente à culpa é &#8220;se eu conseguir sofrer o suficiente serei perdoado/a&#8221; ou &#8220;se eu me punir o suficiente, talvez as pessoas tenham pena de mim e não me magoem mais.&#8221;</p>
<p>Existem muitas causas e fatores à volta da culpa. E torna-se necessário perceber qual é a  sua origem. Muitas vezes pode vir do nascimento e depois ter repercussões em situações futuras. E podes sentir culpa em determinadas situações e pode manifestar-se de várias formas.</p>
<p>Não interessa até que ponto te punes e culpas a ti próprio/a, a culpa nunca está realmente satisfeita até que se lambam bem as feridas.</p>
<p>Então aqui surge o perdão que vem estender o braço à culpa. O amor-próprio e o auto-perdão são os antídotos da culpa (sim, porque a culpa é o resultado da auto-desaprovação, não-merecimento).</p>
<p>Ao tomares consciência de que sentes culpa ou que culpas os outros, sabes que o caminho é o auto-perdão e perdão aos outros. E o primeiro passo para a transformação é mesmo este: a consciência. Depois disso toma o teu tempo. Mas tenta não permanecer por demais na mesma casa. Aceita que estás num processo e faz um pacto contigo de que és capaz e queres ir para o próximo passo.</p>
<p><strong>Deixa que o perdão abrace a culpa. Permite que ele lhe mostre como se abre o coração.</strong></p>
<p><strong>Reflete:</strong></p>
<ul>
<li>do que é que eu me culpo?</li>
<li>do que é que eu culpo os outros?</li>
<li>o que é que eu preciso perdoar que ainda não perdoei?</li>
</ul>
<p>Percebe os padrões e integra. Faz uma lista de tudo o que sentes culpa e noutra lista ao lado perdoa (e se não conseguires para já sentir este perdão com confiança, aceita).</p>
<p>Por exemplo:</p>
<p>Lista 1: Sou culpada por ter acabado a relação.</p>
<p>Lista 2: Eu perdoou-me por ter pensado que era a causadora da separação. (Sou humana e todos os humanos vivem em aprendizagem. E para além disso todos temos feridas para trabalhar)</p>
<p>OU</p>
<p>Eu aceito que neste momento me sinto culpada, mas sei que o caminho é o do perdão.</p>
<h4><strong>Exemplos de gatilhos referentes à culpa:</strong></h4>
<ul>
<li>Eu sou o que sou. E sou inocente.</li>
<li>Eu perdoo-me por pretender ser culpado.</li>
<li>Eu perdoo-me completamente.</li>
<li>Eu perdoo-me pela minha dependência da minha crença limitadora.</li>
<li>Eu amo-me e os outros não são um problema meu.</li>
<li>Eu consigo ter compaixão pelos outros sem carregar a sua dor.</li>
<li>Eu não preciso pecar nem sofrer para ganhar mais.</li>
<li>Eu sou digno de amor ganhe ou perca.</li>
<li>As pessoas estão seguras na minha presença. E se estão seguras na minha presença, não precisam da minha proteção.</li>
<li>Eu estou seguro na presença dos outros, por isso sou livre de me expresar plenamente.</li>
<li>Eu mereço ter sucesso.</li>
<li>Eu mereço amor.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para mim, iniciar o trabalho do perdão a mim própria e aos meus pais foi desafiante mas completamente transformador! Apoiou-me no meu autoconhecimento e evolução e ajudou-me a mudar a percepção que tenho em relação a vários temas, incluindo também os relacionamentos.</p>
<pre><strong>Se sentires trabalhar mais estas questões, não hesites em contactar-me. Estou disposta a ajudar-TE!</strong></pre>
<p>Com Amor<br />
Carina</p>
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		<item>
		<title>Os teus filhos não são os teus filhos</title>
		<link>https://carinapalma.pt/os-teus-filhos-nao-sao-os-teus-filhos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carina Palma]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jan 2020 12:45:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Espaço Florescer]]></category>
		<category><![CDATA[consciência]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[filhos]]></category>
		<category><![CDATA[liberdade]]></category>
		<category><![CDATA[maternidade]]></category>
		<category><![CDATA[paternidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;Os teus filhos não são os teus filhos são os filhos e as filhas da Vida que anseia por si própria. Eles vêm através de ti, mas não de ti. E, embora eles estejam contigo, não te pertencem. Podes dar-lhes o teu Amor mas não os teus pensamentos, porque eles têm os seus próprios pensamentos. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Os teus filhos não são os teus filhos</p>
<p>são os filhos e as filhas da Vida</p>
<p>que anseia por si própria.</p>
<p>Eles vêm através de ti,</p>
<p>mas não de ti.</p>
<p>E, embora eles estejam contigo,</p>
<p>não te pertencem.</p>
<p>Podes dar-lhes o teu Amor</p>
<p>mas não os teus pensamentos,</p>
<p>porque eles têm os seus próprios pensamentos.</p>
<p>Podes abrigar os seus corpos</p>
<p>mas não as suas almas,</p>
<p>pois as suas almas habitam a casa do amanhã.</p>
<p>Que tu não poderás visitar,</p>
<p>nem mesmo nos teus sonhos.</p>
<p>Podes esforçar-te</p>
<p>para ser como eles</p>
<p>mas não tentes torná-los iguais a ti.</p>
<p>Pois a vida não anda para trás</p>
<p>nem se demora no ontem.</p>
<p>Tu és o arco</p>
<p>de qual os teus filhos,</p>
<p>como flechas vivas,</p>
<p>são lançados para a frente.</p>
<p>O arqueiro vê a força no trilho do infinito</p>
<p>e dobra-se com a sua força</p>
<p>para que as flechas partam rápidas</p>
<p>e possam chegar longe.</p>
<p>Deixa que a tua submissão,</p>
<p>na mão do Arqueiro</p>
<p>seja para a alegria,</p>
<p>porque, tal como Ele ama</p>
<p>a flecha que voa,</p>
<p>Ele ama o arco</p>
<p>que se mantém estável.&#8221;</p>
<p>Este é um dos temas que o filme &#8220;Profeta&#8221; aborda. A liberdade de deixar que os nossos filhos cresçam com o prório poder pessoal. E que vão crescer e têm os seus próprios sonhos (que não são os nossos, os dos pais).</p>
<p>Deixo-vos aqui o <a href="https://www.youtube.com/watch?v=Cf1z62zDijY&amp;t=1319s">link</a> para verem em família este inspirador filme animado.</p>
<p>Com Amor<br />
Carina</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Como conquistar o equilíbrio emocional</title>
		<link>https://carinapalma.pt/como-conquistar-o-equilibrio-emocional/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Carina Palma]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Dec 2019 10:58:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cuidar]]></category>
		<category><![CDATA[emoções]]></category>
		<category><![CDATA[equilíbrio]]></category>
		<category><![CDATA[equilíbrio emocional]]></category>
		<category><![CDATA[yoga]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>e.qui.lí.bri.o  &#8211; do latim aequilibrĭu-, «idem» Tem vários significados: (mecânica) estado de um corpo em que as forças sobre ele aplicadas contrabalançam mutuamente os seus efeitos; igualdade entre forças, quantidades,&#8230;; proporção harmoniosa entre as partes constituintes; bom senso; sensatez Sinónimos: coerência, comedimento, concordância, equipendência, harmonia, igualdade, ponderação, sensatez, simetria. Antónimos: desarmonia, desequilíbrio. Desde que iniciei a minha jornada [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>e.qui.lí.bri.o  &#8211; d<span data-ic="n">o</span> <span data-ic="n">latim</span> <i><span data-ic="n">aequilibrĭu-</span></i><span data-ic="n">,</span> <span data-ic="n">«idem»</span></p>
<p>Tem vários significados:</p>
<ol>
<li>(mecânica) estado de um corpo em que as forças sobre ele aplicadas contrabalançam mutuamente os seus efeitos;</li>
<li>igualdade entre forças, quantidades,&#8230;;</li>
<li>proporção harmoniosa entre as partes constituintes;</li>
<li>bom senso; sensatez</li>
</ol>
<p><strong>Sinónimos</strong>: coerência, comedimento, concordância, equipendência, <strong>harmonia</strong>, <strong>igualdade</strong>, <strong>ponderação</strong>, sensatez, simetria.</p>
<p><strong>Antónimos:</strong> desarmonia, desequilíbrio.</p>
<div class="dolCatgramAceps">
<div class="dolAcepsRow">
<div class="dolAcepsRightCell">
<div class="container">
<div class="dolRelacoesAssociacao">
<hr />
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
<p>Desde que iniciei a minha jornada no Mundo do Yoga, algo mágico começou a acontecer. E vou contar-te como esta prática te pode (re)lembrar do poder que (já) tens.</p>
<p>[contudo não tens que imergir em todos os oito pilares que a prática de Yoga te oferece. para haver mudança basta teres um corpo, uma mente e um espírito de força de vontade em evoluir.]</p>
<p>As <strong>emoções</strong> são como uma <strong>bússola interna</strong>, que nos leva à homeostase, ou seja, ao <strong>equilíbrio de bem-estar</strong>.</p>
<p>L. Greenberg diz que as emoções são um fenómeno cerebral com base neuroquímica fisiológica e linguagem própria, sendo que as respostas dadas pelo sistema límbico<strong>¹</strong> influenciam as nossas funções vitais, como reprodução, batimentos cardíacos, apetite, transformação da gordura, níveis de colesterol, níveis de energia, resistência física ou qualidade do sono.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>As tuas emoções influenciam a forma como lidas contigo própria/o e com os outros. Influenciam na forma como pensas</strong>.</p>
<p>Quando te sentes &#8220;adormecida/o&#8221;, apática/o significa que te desligaste das tuas emoções e não te permitiste senti-las. E quando umas emoções desligam, automaticamente as outras também se desligam e por isso não te sentes feliz. Estás bloqueada/o.</p>
<p>E sabes que mais? As emoções não vêm do exterior! O que é bom para quem procura e acredita que a felicidade está lá fora e não a encontra. A felicidade pode ser produzida pelo próprio organismo e está, portanto, dentro de cada um de nós.</p>
<hr />
<p>Então, se está em cada um de nós, quer dizer que <strong>tu és a chave para a Felicidade</strong>. Se és a chave, és o portal. Então vamos em frente.</p>
<p>[parece fácil não é? então porque é que há pessoas que não são felizes?! mais à frente vais perceber. <strong>mas garanto-te</strong>: se não sofres de uma doença psiquiátrica grave, então estás 100% apta/o para encontrares o teu equilíbrio emocional, que vem então de mãos dadas com a Felicidade.]</p>
<p>Há momentos na vida em que parece que tudo está a desmoronar-se, mas lá no fundo tu consegues encontrar uma pequena força que te ergue, seja de que forma for (repara mais nos pequeninos passos e vitórias!). Essa pequena força torna-se uma força gigante quando tens <strong>consciência do teu poder pessoal</strong>.  Quando te sentes presa/o e pensas que não tens saída, a verdade é que tens. E a chave está algures dentro de ti. Sempre esteve. Só tens de procurá-la.</p>
<p><strong>Parece um cliché falar sobre este tema. E parece fácil dizer. Mas nem tudo é linear. Somos todos diferentes e temos mapas do Mundo diferentes. Mas sabes de uma coisa? Não te peço para acreditares em mim! Não acredites!  São as minhas experiências. Mas posso garantir-te que mudou a minha vida e a de muita gente.  Eu já fui a pessoa mais negativa e ansiosa do Mundo e hoje estou aqui a escrever-te sobre como encontrar o equilíbrio emocional. Portanto, comigo toda esta informação (em ação!) resultou. Então abre-te a sentir, a experimentar, a ler. Experimenta por ti mesma/o e tira as tuas próprias conclusões. Cada pessoa experiencia a mesma situação de maneira diferente. Por isso é que há muita gente a viver desafios idênticos, mas uns ficam presos a eles e outros não.  </strong></p>
<hr />
<p>Quando estás presa/o, quando és amarrada/o a uma cadeira e não te deixam sair ou quando és violada/o, não tens muitas opções de saída, pois estás a ser fisicamente agredida/o ou explorada/o. Mas quando tens pensamentos negativos, ou estás presa/o a uma situação que te preocupa, mete medo ou não te deixa dormir, estás a ser emocionalmente agredida/o ou explorada/o, só que desta vez pelas tuas próprias mãos. Não há uma terceira pessoa. Por exemplo, sofrer de maus tratos físicos é doloroso. É. Mas um dia termina, e se saíres viva/o disso, tens a opção te seguir em frente e aí já depende de ti. Da tua força de vontade, do teu pensamento, do teu mindset. Caso contrário, sofrerás de auto-maus-tratos emocionais. E quando te escrevo isto, sei realmente do que falo.</p>
<p>O caos faz-te crescer. Se não tivesses passado por desafios nenhuns na vida, como conseguirias ultrapassar certos desafios que mais tarde ou mais cedo vão surgir de novo? Os problemas na vida transformam-te. Abrem-te à mudança. No momento é uma grande treta, é, mas como se costuma dizer, &#8220;depois da tempestade, vem a bonança&#8221;.</p>
<hr />
<p>Vamos ao que interessa:</p>
<h3 style="text-align: center;"><strong>Como conquistar o Equilíbrio Emocional</strong></h3>
<ol>
<li>
<h4><strong>Sai da tua mente, muda o mindset, regressa à origem</strong></h4>
</li>
</ol>
<p>Sabes qual é o teu maior inimigo? A tua mente! Ela tem o maior dos poderes do Universo.</p>
<p>Tu não és a tua mente.</p>
<p>Tu não és os pensamentos que vêem da tua mente. É uma parte de ti, mas não és tu.</p>
<p>Tu não és a voz da tua mente, tu és quem ouve a tua voz e escolhes o que fazer com ela.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Se queres fazer uma flor crescer, não deves focar-te na flor, deves focar-te no solo à volta onde a vais plantar.</strong></p>
<p>Quando a tua mente te dá informações (sejam elas quais forem), deves parar e respirar, refletir sobre o que  ela te está a dizer. Questionar-te se é mesmo isso que sentes. Depois agradece pela informação &#8220;Obrigada pela partilha, mas eu escolho&#8230;.&#8221;. Tu podes escolher. És tu quem manda nela, não ela que manda em ti. E a maior parte dos problemas vem daí. Deixas que a tua mente se apodere das tuas fragilidades emocionais.</p>
<p>O primeiro elemento da mudança é a <strong>consciência</strong> que tu não és a tua mente. O segundo elemento da mudança é <strong>perceber</strong> que tu não és a tua mente.</p>
<p>A mente é apenas a tua base de informação. Ela dá-te informações e coordenadas. Mas cada um tem informações diferentes e atribui significados diferentes à informação que recebe, processando e interpretando de forma diferente. Por isso é que às vezes descordamos. Tem a ver com diferentes pontos de vista. O nascer do sol é o mesmo para todos, mas cada um o vê e sente de forma diferente. <strong>A nossa informação determina a nossa vida.</strong></p>
<p><strong>A realidade é pessoal. Mesmo nascer do sol, mente diferente, diferente percepção do nascer do sol. Não há uma realidade única. Cada um tem uma realidade particular dentro de si.</strong></p>
<p><strong>E de onde conseguimos a informação que recebemos? </strong></p>
<p>De todas as pessoas à nossa volta. Desde que nascemos. Mas é a informação que recebes verdadeira? Sim, para cada um. Mas é o teu caminho? Não. É o caminho (tu nasces vazia/o). É o caminho certo ou errado? Não. é apenas o caminho. É a informação que cada um percebe que é verdadeira.</p>
<p>A principal informação que recebemos é na infancia até aos 3 anos pelos pais. Depois recebemos até à fase adulta pelos outros.</p>
<p><strong>A informação que está na tua mente não é quem tu és, é quem tu aprendes-te a ser! E quando aprendes a separar isso, a escolha de ouvir a informação que a tua mente te traz é tua. Quando tu só ouves a tua mente, a voz da tua mente, só estás a recordar a voz da informação dos outros que já recebeste.</strong></p>
<p><strong>O único problema que não está a deixar que tu tenhas equilíbrio emocional e vivas a vida dos teus sonhos é:</strong> TU. A tua mente! Lembra-te que podes recomeçar de novo. Refrescar. Resert. Colocar informação nova na tua mente. É o mesmo quando vais fazer uma revisão da matéria e escolhes ficar com o que te faz mais sentido.</p>
<p>A tua mente é um mecanismo de sobrevivência, de proteção e vive do medo que alguma coisa de mal te aconteça. É o mecanismo primário. Ela não quer que tenhas sucesso, ela ensina-te a sobreviver. Ela até tem boas intenções, mas se só a ouves, vais dar em louca/o. Ela protege-te dos agressores e faz-te ter medo de avançar, de arriscar. E tu ficas presa/o a ela. A tua mente é baseada em medos e preocupações vindos deste mecanismo de proteção. E toda a ansiedade vem do medo. Toda a confusão vem do medo.</p>
<p>Percebe que tu és o capitão do navio. Tu decides para onde ir. Só que nem toda a gente está aberta a perceber isto e por isso é que nem toda a gente encontra o equilíbrio.</p>
<p>Tu nunca serás totalmente livre. Porque o teu centro é baseado em problemas e a tua mente acredita nisso e depois tu acreditas nisso. Então, se mudares o chip que te foi posto aos poucos quando nasceste (sim porque nasceste sem ele), mudaste a ti também.</p>
<p><strong>Uma boa notícia:</strong> Tu podes treinar a tua mente para fazer o que tu queres que ela faça. Tu atrais aquilo que pensas e vives. Mais uma vez: &#8220;Mente obrigada por partilhares comigo, mas eu escolho&#8230;.&#8221; &#8211; o próximo passo é escolheres de forma consciente o que escolhes fazer com o que a tua mente te diz. Inserir um novo pensamento positivo).</p>
<p>A tua mente pode ser a tua melhor ou pior amiga. Depende se estás disposta/o a enfrentá-la e reprogramá-la.</p>
<p><strong>Treina a tua mente ou então ela treina-te a ti! E formata-te em quem tu não és. E tu és a tua raiz, a fonte de onde tudo começou. E sabes que mais? Há sempre forma de recuperar um jardim. Podes tirar as flores velhas e murchas e plantar de novo umas novas, no mesmo solo em que um dia já plantaste. Cabe-te a ti escolher a forma como vais agora nutrir o solo para que um novo jardim floresça saudável. </strong></p>
<ol start="2">
<li>
<h4><strong> Tem consciência do que estás a sentir e tem consciência de ti</strong></h4>
</li>
</ol>
<p>Não acredites na tua mente. Não acredites na voz que ouves. Não acredites nos pensamentos que pensas. Isto é a <strong>consciência</strong> &#8211;  viver na escolha do momento presente em vez de viver na programação e habitos do passado.</p>
<p>Tu conscientemente monitorizas os teus pensamentos. Permite-te isso. És capaz. És habilitado para isto. Não é preciso andar na escola para aprender a fazer isto.</p>
<p>Existem três coisas que deves ter consciência:</p>
<p>1 &#8211; Tu tens a habilidade de controlar a tua mente.</p>
<p>2 &#8211; Tu tens a habilidade de remover qualquer pensamento.</p>
<p>3 &#8211; Tu tens a habilidade de intalar qualquer pensamento na tua mente.</p>
<p>O teu maior poder é a tua habilidade de escolher os teus próprios pensamentos!</p>
<p>Começa por conscientemente observar a tua mente. Sem julgamento. <strong>Agradece, respira, mas tira as tuas próprias conclusões</strong>. Faz uma reflexão antes de reagir, para agir com consciência e verdade.</p>
<p><strong>Quando estás zangada/o, irritada/o, com inveja, seja que sentimento ou emoção for, abre-te a sentir. Sentir que efeitos têm no teu corpo e que informações a tua mente te envia. Eu sei que no início é difícil&#8230; Então, fecha os olhos, inspira profundamente (podes colocar uma música calma) e antes de disparar com os filtros que te formataram, toma consciência de quem realmente és. Lembra-te do bebé que já foste e que viu o Mundo de forma inocente e sem julgamentos. Volta à tua criança interior que está à espera de ser acordada. </strong></p>
<ol start="3">
<li>
<h4><strong> Abre-te à transformação</strong></h4>
</li>
</ol>
<p><strong>Os grandes problemas tornam-se pequenos problemas quando tu te tornas grande (porque és maior do que eles).</strong></p>
<p>Não há nada que te impeça de seres imparável a não ser a tua escolha. Então escolhe a transformação em vez de formatação.</p>
<p>A tua vida torna-se diferente quando tu te tornas diferente. A tua vida torna-se equilibrada, quando tu te tornas emocionalmente equilibrado.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;"><em>Se quiseres mudar as frutas, primeiro precisarás de mudar as raízes. Se desejas alterar o visível, primeiro deverás alterar o invisível.</em></p>
</blockquote>
<p style="text-align: right;">T. Harv Eke</p>
<h4 style="text-align: left;">4.<strong style="text-align: left;"> Pequenos passos um dia tornam-se grandes passos</strong></h4>
<p>Não desistas. Mesmo quando pensas que não está a resultar, garanto-te que está. Creio que não aprendeste a andar sem cair num só dia, certo? O nosso cérebro precisa de pelo menos 21 dias para instalar um novo hábito, por isso não queiras ver resultados a olho nu logo no primeiro dia. MAS, todos os dias consquistas algo novo. E convido-te a reparar nisso. Todas as noites faz uma espécie de check list do teu dia e verás que sim, aconteceram pequeninas coisas mágicas.</p>
<p><strong>Sugestões:</strong></p>
<p>&#8211; Acorda pelo menos 1h antes da hora habitual do despertador (para que não inicies o teu dia numa correria e que possas tirar um momento para colocar uma música e refletir, colocar uma intenção positiva e um objetivo para o dia, ou até mesmo para fazeres uma prática física para alongar o corpo. Assim alongas o corpo e a mente);</p>
<p>&#8211; Toma o pequeno-almoço sem as distrações do telemóvel ou das notícias (que quase sempre são negativas &#8211; ou melhor não são, depende da percepção que tens delas). Conecta-te ao que estás a comer e a como te estás a sentir enquanto comes;</p>
<p>&#8211; Faz pausas ao longo do dia para te conectares contigo. Não fujas de ti. Percebe como te estás a sentir ao longo do dia. Dá um passeio por um jardim, faz uma massagem relaxante, qualquer coisa que te faça relaxar e dê prazer;</p>
<p>&#8211; Faz uma reciclagem emocional. Percebe de onde vêm as tuas emoções. Recicla aquelas que não te fazem feliz. Ou seja, transforma um pensamento negativo num positivo.</p>
<p>&#8211; Diz não ao que não te faz feliz. Diz não ao que te magoa. Diz não a situações e pessoas que são tóxicas para ti.</p>
<p>&#8211; Vive o momento presente. Quando fazes um plano da tua semana e tens tudo organizado, não precisas de pensar no que vais fazer a seguir. Foca-te em cada minuto do agora e deixa fluir o tempo. (e quando algo não acontece como esperavas, já vais estar emocionalmente preparada/o para agir de forma consciente e arranjar um plano B);</p>
<p>&#8211; Agradece. Faz o ritual da gratidão. Agradece todas as manhãs por mais um dia, por mais um bónus que a vida te trouxe. Escreve num diário todas as noites sobre tudo o que agradeces no dia, e verás que ao longo do teu dia surgiram situações que te fizeram crescer.</p>
<p>&#8211; E não te esqueças de respirar! Esta é a parte mais importante. Muitas pessoas se esquecem de respirar. Pára. 5 minutos do teu dia. Fecha os olhos e inspira e expira profundamente pelo nariz.</p>
<p><strong>Então é simples</strong>: equilíbrio emocional é quando encontras em ti o verdadeiro ser que és. É quando tens consciência que não és quem te fizeram acreditar que és. És algo que está ainda perdido à espera de ser resgatado.  É quando encontras a estabilidade. É quando tens consciência do significado do que estás de verdade a sentir.  E não tens que estar 100% feliz nem de bem com a vida, mas tens a maturidade para parar e saber que quando te surge um problema, podes gritar, mas não deixas que isso te afete, acolhes a emoção mas não te apegas a ela. És capaz de receber as informações de proteçaõ da tua mente, mas páras, agardeces e mudas a direção.</p>
<p>Preparada/o para o equilíbrio?</p>
<p>Com Amor,</p>
<p>Carina</p>
<p><strong>¹</strong> O sistema límbico situa-se na região medial do nosso cérebro. É a unidade responsável pelas emoções e comportamentos sociais. É constituído por neurónios, células que formam uma massa cinzenta que se chama lobo límbico.</p>
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